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3º Campeonato de Futsal segue eliminando

Já começaram as disputas para a conquista do 3º Campeonato Arquidiocesano de Futsal.  No último sábado 12/05 foram classificados: Nossa Senhora de Fátima (Kairós), N.Senhora de Montes Claros, Catedral (MAC), São João Batista (PENTECOSTES) e São Francisco de Assis (JUFRAN). No próximo domingo, 20/05 irão disputar a fase classificatória no ginásio do Colégio Marista.

DOMINGO 20/05

CHAVE A
8:00 JUNAC X SÃO PAULO
9:00 RESGATE X JUFRAN

CHAVE B
8:30         PENTECOSTES       X       MAC CATEDRAL
9:30 SANTOS REIS X DDD

FASE ELIMINATÓRIA e SEMIFINAL SERÁ TAMBÉM NO DOMINGO LOGO EM SEGUIDA.

No dia 03 de junho de 2018, os vencedores de cada setor, virão a Montes Claros para a disputa dos campeões, no Ginásio Ana Lopes – Parque Municipal.

ENTENDA SOBRE O CAMPEONATO:
 O 3º Campeonato Arquidiocesano de Futsal é uma realização dos Setores Juventude e Social da Arquidiocese de Montes Claros que, através de uma competição esportiva saudável, tem como objetivo, a integração entre os jovens das comunidades, estimulando-os ao trabalho de grupo e à união, tornando assim o jovem um ser mais compreensivo em relação ao seu próprio ser e ao próximo. Conhecendo os limites e a superação de cada comunidade e ser humano, o esporte, além de somar na área social, também soma na área da saúde física e psíquica. Ressaltamos ainda que a atividade física promove o bem estar do corpo de cada indivíduo.

Em um conceito de competição pedagógica, religiosa, libertadora e festiva, consideramos que o desenvolvimento desta competição esportiva é salutar para toda Arquidiocese de Montes Claros. Esta nova edição do evento será realizada nos meses de maio e junho de 2018. É constituída com conteúdo de aprendizagem permanente. Tem como seu objetivo especifico a inter-relação entre os jovens jogadores e seus familiares, parentes e amigos.

CONTEXTO: Os jovens estão em evidência no Brasil e no mundo desde o século XX: nos meios de comunicação, nas pesquisas acadêmicas, nos movimentos sociais, nas entidades religiosas, nos organismos governamentais. Isso se deve tanto ao reconhecimento dos graves problemas vividos pela juventude atualmente, quanto à ação organizada da própria juventude, que coloca na pauta social seus interesses e potencialidades. No Brasil, diante de um contexto de retirada de políticas sociais e direitos da juventude, com políticas públicas distorcidas de seu real valor capacitador, as nossas juventudes estão ameaçadas com essas mudanças nos programas de acesso ao ensino superior e com a falta de políticas públicas para ingresso dos jovens no mercado de trabalho, além da falta de oportunidades para a cidadania e prospecção de futuro.

Pesquisas recentes mostram os problemas que mais preocupam a juventude: emprego, segurança e violência. De fato, outra marca geracional da juventude contemporânea é conviver com a violência. Os índices de violência que atinge jovens em nosso país são semelhantes ou superiores aos encontrados em países que se encontram em guerra. Em 2011, houve cerca de 52 mil óbitos de homens jovens por ano, a grande maioria (52,63%) resultante de homicídios. Trata-se de uma violência que atinge, de maneira particular, jovens do sexo masculino e negros. A problemática da violência urbana está estreitamente relacionada à rede de produção, circulação, distribuição e consumo de drogas ilícitas, apoiada no poder bélico, que envolve altos investimentos e lucros que ultrapassam as fronteiras dos territórios segregados das cidades onde é feita a venda em pequenas quantidades. Por aqui, essa situação não é diferente.

Poucas são as iniciativas e oportunidades para os jovens que estão nas periferias abandonadas pelo poder público local e disputados pelo tráfico e pelas poucas iniciativas das organizações da sociedade civil e das igrejas. Esse é um dos nossos desafios: propiciar oportunidades de formação, reflexão e ação enredados com a juventude que quer viver e viver dignamente. Juntamente com as reformas estruturais, tão constantemente apregoadas, é necessário que comecemos imediatamente a discutir uma política para a juventude, dado seu papel estratégico na sociedade e para a história futura do país.  O evento será disputado no mês de maio e junho de 2018, constando em sua íntegra da seguinte programação:

Funções dos Setores: Os Setores terão uma equipe animadora do campeonato: Padre Coordenador do Setor, Leigo(a) da Coordenação Arquidiocesana de Pastoral (Coarpa) e Jovem do Setor.

Contato para mais informações: Lucas Chaves (38) 9 9807-6908 / 9 9122-0821 (Membro da comissão coordenadora)
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***Viviane Carvalho – Assessoria de Imprensa Arquidiocese de Montes Claros (38 Vivo) 9905-1346 (38 claro) 8423-8384 ou pelo e-mail: [email protected]

Voz do Pastor

Dom José Alberto

Arcebispo de Montes Claros (MG)

Luz para os Meus Passos

 

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