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Dom José Alberto celebra a última missa do dia de finados, no Cemitério do Bonfim

Os portões ainda estavam fechados e uma pequena multidão aguardava do lado de fora dos dois cemitérios Bonfim e Jardim da Esperança, pela liberação da entrada que só ocorreu às 7h da manhã. A primeira missa iniciou logo depois de abertos os portões, foi celebrada por dom João Justino, arcebispo coadjutor, onde destacou a importância do dia de finados, sobretudo, levando em consideração a fé no Cristo Ressuscitado.

A missa das 9h foi presidida pelo padre Fernando Soares, vigário da Paróquia São Judas Tadeu. Em uma homilia emocionante, o sacerdote chamou a atenção dos fiéis para amar mais e abraçar mais. “Não sabemos o dia e nem a hora. O agora é tempo de amar. É preciso que compreendamos o quanto é urgente viver – viveremos uma única vez – passaremos por aqui, uma única vez”, reforçou o padre.

E ao olhar para aqueles que acompanhavam a celebração, uns emocionados pela dor da ausência, outros, compenetrados, pela situação em que se encontravam, alertou: “Precisamos confiar em Deus e acreditar nas promessas do Senhor. Só Ele nos dá a esperança na Ressurreição para nos consolar. Entreguemos ao Senhor a nossa saudade para que ela não vire desespero. Que hoje possamos nos libertar do orgulho, e ver o nosso próximo, a possibilidade de chegar ao céu. O chegar ao céu, passa pelo amor aos irmãos”.

Apontou também que a fraternidade tem que existir e que trata-se de um desejo urgente. “Às vezes queremos amar fora do tempo. Ame os seus no tempo certo. Ame mais, abrace mais, escute mais, porque não sabemos quanto tempo ainda temos. O tempo passa e a eternidade espera” finalizou.

Uma vela acesa, ramalhetes de flores, um simples gesto de sinal da cruz ou até mesmo o silêncio em frente ao túmulo. Cenas comuns que puderam ser vistas por todos os lados. No cruzeiro central, velas queimavam em memória daqueles que não estão mais em nosso meio.

A última missa do dia, ocorreu às 16h30 e foi presidida pelo arcebispo metropolitano, dom José Alberto Moura. O arcebispo lembrou que a data, lembrada um dia depois de Todos os Santos e Santas, aponta para uma fé que acredita na vida eterna e na ressurreição. “O culto aos falecidos é a manifestação de fé na ressurreição. Isso mostra o quanto continuamos ligados na fé, e que essa fé nos leva ao Deus dos vivos e dos falecidos. E diz que é possível vencer a morte: “Estamos em um lugar que chama a atenção para a morte, mas também para a vida plena e vida eterna”, conclui dom José.

Foto de capa: Pascom Catedral.
Fotos internas: Ascom Arquimoc
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***Viviane Carvalho – Assessoria de Imprensa Arquidiocese de Montes Claros
Contatos: (38 )9905-1346 (38) 9 8423-8384 ou pelo e-mail: [email protected]

 

Voz do Pastor

Dom José Alberto

Arcebispo de Montes Claros (MG)

 

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