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A âncora da mudança: navegue mar adentro

É hora de içar a âncora! Levantar velas!
Na vida passamos por ciclos e enfrentamos desafios do qual nem sempre podemos estar preparados ou mesmo prontos. É certo, no entanto, que é preciso estar aberto a aprender para crescer e se desenvolver, pois nem sempre se tem aviso prévio que um novo ciclo deve começar. Neste processo encontramos com a necessidade da mudança. Nem sempre estamos conscientes que precisamos mudar, outros adquirem consciência mais não se movem e outros ficam a adiar e tem aqueles que se sabotam. Quando uma pessoa está ancorada na zona de conforto de comportamentos e atitudes que precisa mudar e não o faz ela não avança no seu crescimento pessoal. Simplesmente estacionou. Você consegue perceber qual âncora precisa levantar para voltar a navegar?

O primeiro passo para a mudança é o autoconhecimento. Ter a coragem de perceber seus pontos fortes e pontos fracos, seus comportamentos positivos e aqueles que precisa mudar; colocar um olhar sobe a sua roda da vida e analisar o que precisa ser melhor. É um processo de tomada de consciência que desperta e nos sensibiliza para a mudança. Mudança é uma questão de escolha quando se tem consciência. Todavia o autoconhecimento não é a mudança e muitos a confundem e ancoram sua vida nesta etapa. É preciso avançar para o segundo passo que é a disposição para mudar. Às vezes as pessoas preferem a âncora da “zona de conforto” e a vida pode impõe situações que nos obrigam a mudar. Mudar, de fato, em muitas situações é um processo doloroso, mas libertador. As crianças tendem a chorar quando percebem e tomam consciência que estão ficando adultas. O próximo passo da mudança é lançar o “navio em alto mar”, ou seja, a ação. Nenhuma mudança é possível sem ação. Dê o primeiro passo e os outros irão acontecer por conseqüência.

Um processo de mudança precisa ser sustentável. Deve ir além da intenção. No caminho da mudança será necessária a disciplina. A disciplina vai conduzir a consolidar hábitos novos e a consistência dos novos comportamentos. É a constância em praticar as ações da mudança constantemente, sem interrupções, é que levará ao novo porto da consolidação da mudança. Então, é hora de ancorar para viver o novo ciclo de uma pessoa mais amadurecida. Então, que âncoras da “zona de conforto” precisa içar para partir rumo a um novo horizonte?

Artigo de  Gregório Ventura e Eliane Ventura

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