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Arcebispo metropolitano recorda fundador da Pastoral da Terra no Norte de Minas

Fica mais em casa! Fica mais com a família!, era o pedido da companheira Lúcia Ribeiro a Alvimar Ribeiro dos Santos (1954-2016). E ele a respondia: Você vai ver como a nossa luta vai dar frutos. A história foi contada por Lúcia, esposa de Alvimar, no final da missa dos dois anos da ressurreição do fundador da Comissão Pastoral da Terra (CPT) no Norte de Minas Gerais. A celebração eucarística aconteceu no final da tarde desta segunda-feira (20/08), na Casa de Pastoral Comunitária, e foi presidida pelo arcebispo metropolitano de Montes Claros, dom José Alberto Moura, e concelebrada pelo padre Antônio Alvimar de Souza, pelos jesuítas padre Luiz Arnaldo Sefrin e padre José Flávio Monnerat Tardin, e pelo diácono permanente Geraldo Magelo Martins de Abreu, além de outros formandos da Escola Diaconal Monsenhor Raymundo Tadeu de Carvalho, que o militante da CPT falecido em 19 de agosto de 2016 não integrou por problemas de saúde que o levaram para junto de Deus.

Participaram ainda da cerimônia religiosa missionários e missionárias da CPT, da Cáritas Arquidiocesana de Montes Claros, do Colégio Marista São José, do Projeto de Desenvolvimento Rural e Urbano (Proderur), da Pastoral Carcerária, da Pastoral da Criança, da Pastoral do Menor, da Pastoral da Juventude, da Pastoral da Saúde, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), do Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais (MPP) do Norte de Minas, do Regional Norte da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Caminho de Damasco (Cursilhos de Cristandade), do Regional Norte do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG), da Coordenadoria Municipal de Igualdade Racial, do Círculo de Trabalhadores Cristãos, dentre outras religiosas e lideranças de Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). O padre Aylton Lopes dos Santos também participou da cerimônia religiosa.

O arcebispo dom Alberto pregou na sua homilia que as pessoas devem se desapegar de bens materiais e criticou o capitalismo selvagem que destrói o meio ambiente. Ao final da celebração, reforçou a bondade semeada em vida pelo militante da CPT e espalhada na terra através das suas ações fraternas.

Texto: João Renato Diniz Pinto
Foto: Felipe Gomes da Silva 

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***Viviane Carvalho – Assessoria de Imprensa Arquidiocese de Montes Claros
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