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As “Marias” do nosso dia-a-dia!

As “Marias” do nosso dia-a-dia!

*(Matéria de Capa da Revista Clarão do Norte Set/out 2017 – você encontra a revista em todas as lojas católicas em Montes Claros. Solicite a sua na Paróquia ou pelo e-mail [email protected])

“Dor para mim tem que ser muita, pouca dor não é dor mais não”.

Mariadasdores (12)

Era final da tarde quando cheguei à casa de dona Maria das Dores Souza. Aos 84 anos de idade, ela me recebeu com um afetuoso abraço como se já nos conhecêssemos há muitos anos. Um largo sorriso, em meio a pele já enrugada pelo tempo, demonstrava que eu estava definitivamente em casa.  Ao lado da cadeira onde me assentei, em cima da estante de madeira no canto da pequena sala, um altar improvisado e as imagens de Nossa Senhora, flores, livros de orações e o terço, indicavam que não estavam ali de enfeite.

“Me espere um pouco. Deixa eu jogar uma água no corpo”. Me pediu a animada senhora porque queria sair bonita na foto. Depois de “ajeitada” como disse ao entrar na sala novamente, dona Maria estava pronta para contar sua história.

Seu nome Maria das Dores não foi por acaso. Ela nasceu no dia de Nossa Senhora das Dores. É natural da cidade de Joaquim Felício. É a terceira filha de seis irmãos. Ficou órfã de mãe aos cinco anos de idade e de pai aos seis. Desde então, viveu como peregrina. Ora na casa de um, ora na casa de outro. Suas “dores” começaram ainda criança. Aos 20 anos teve a oportunidade de morar na capital mineira na casa de outra família. Por lá se casou aos 33 anos. Não teve filhos biológicos, mas adotou quatro crianças e cuidou delas junto com o marido. Depois de dez anos de casados, o esposo insistiu para que voltassem para Montes Claros e aqui, ele começou a beber e cometeu adultério abandonando dona Maria e os filhos do coração. Contudo, dona Maria das Dores disse que seu ex-marido foi um homem muito bom enquanto estiveram casados.  “Eu só sinto porque eu queria viver meu casamento de acordo com a lógica de Deus, queria que fosse até o fim”.

Com os olhos marejados, pelas tristes lembranças ali narradas na sala, a Legionária e zeladora da Mãe Rainha, nunca desistiu da vida. Ao falar do sofrimento disse: “Passei toda a minha infância, adolescência, juventude e fase adulta por tribulações e continuo passando hoje  já idosa, pelos meus filhos e netos, mas nenhuma cruz, nenhuma dor, podemos comparar com o que Maria passou, ao ver seu único filho e inocente, ser maltratado, morto e pregado na cruz”.

“Somos nós que procuramos o meio de ser feliz. Imagine se eu ficasse queixando da dor diante de tudo que passei? Dor para mim tem que ser muita, pouca dor não é dor mais não” entre uma gargalhada disse confiante dona Maria. Um aprendizado, uma fortaleza, uma riqueza de fé e devoção encontrada nessa senhora que com certeza, nos faze mais confiantes na graça do Pai. Deus a abençoe dona Maria!
“Toda minha vida é de graças”

Aparecida Abreu

Ela estava chegando da missa quando nos encontramos na porta de sua casa, cumprimentou-me com um afetuoso abraço, convidou-me para entrar. A imagem da Padroeira do Brasil estava estampada na camiseta que usava. Ministra da Eucaristia e junto com o esposo, membros da equipe arquidiocesana do ECC – Encontro de Casais com Cristo, Aparecida Soares Silva Abreu acredita que o alicerce de uma família é a fé. Nasceu em Brasília de Minas, saiu de lá ainda bebê aos 9 meses de idade.  Aparecida conta que conheceu a cidade natal a pouco menos de 4 anos.

Ela é a caçula dos três filhos de dona Jacinta Lucas da Silva e de Sebastião Paulino da Silva (falecido em 1999). O irmão chamava-se José, sofreu paralisia infantil e morreu aos 41 anos (2004), não por complicações de sua limitação. Foi professor de matemática e ocupou função de Secretário de Educação de uma cidade vizinha. Sua irmã, atende pelo nome de Maria.

Ao falar da infância, uma pausa. A emoção tomara conta do coração de dona Aparecida que transbordou nos olhos. “Minha infância foi muito difícil”, começou ela dizendo que o pai deixou muitos bons exemplos de honestidade, mas foi alcoólatra. “Quando criança, não me recordo de ter ido ao colo dos meus pais, de ter recebido um afago, um carinho”.  Por causa da paralisia do meu irmão, minha mãe que era costureira, trabalhava muito, tudo que fazíamos era em prol do tratamento de José em São Paulo. “Mas nos amavam, do jeito deles”.  Recordou que mesmo diante de tanta dificuldade eles eram muito família. “Nunca brincamos na rua. Sempre dentro de casa, só nós três”.

“Meu pai dizia que filho não precisava estudar. Minha mãe sempre apostou nos estudos. Nós, quando atingimos a idade de ajudar nos afazeres da casa distribuíamos as tarefas. Mãe nunca teve alguém que pudesse fazer a limpeza da casa ou lavar as roupas para ela.  Aos 16 anos, passei a estudar a noite para trabalhar. Assim, poderia com meu dinheiro ajudar minha mãe com as viagens a São Paulo por causa do meu irmão. Nosso Natal não tinha presentes”.

A filha do militar presenciou de perto a devoção dos pais em relação a Nossa Senhora Aparecida. Todo dia 12 de outubro, seu Sebastião soltava foguetes ao meio dia logo depois da oração em família. Lembrou dona Aparecida que se aposentou como professora, mas exerceu por muitos anos, a função de diretora escolar,  “Tudo que eu fizer para Deus ainda é pouco pelas graças que Ele me concedeu por intercessão de Maria”.

“Nossa Senhora é sinônimo de luta e garra. É um modelo para nós. Sempre peço a ela que me ensine a ser medianeira e intercessora em tudo que eu fizer. Na Sexta-feira da Paixão, quando ocorre todos os anos, o encontro da Imagem da Mãe e do Filho, não tem como eu não me emocionar”. Mais uma vez, já com os olhos marejados diz: “Sempre me pergunto como Nossa Senhora aguentou ser transpassada pela dor de ver tanto sofrimento e morte de seu filho Jesus”.

“Feliz do ser humano que se espelha em Nossa Senhora e a toma como exemplo de vida. Eu recebi inúmeras graças de Maria. Tudo que me proponho a fazer coloco nas mãos dela. Meus filhos também já sabem – Maria passa na frente”.

“Fico pensando Deus é de uma sabedoria imensa. Ele é onipresente, oniciente e onipotente. Poderia mandar Jesus como bem aprouvesse. Mas quis, que viesse através de uma mulher, por meio de Nossa Senhora.”

Se você não se chamasse Aparecida, qual nome gostaria de chamar, perguntei. “Simplesmente, Maria” respondeu Aparecida que também se tornou mãe. Teve três filhos, duas mulheres e um homem. Crescidos e criados, cada um segue seu caminho. Uma é dentista, o filho é protético e a terceira filha é médica.  “Os três são batizados e fizeram Encontro de Adolescentes com Cristo, mas ainda não estão diretamente ligados à uma pastoral ou movimento na Igreja. Mas são devotos de Nossa Senhora”.

Ao recordar das maravilhas realizadas por meio de Maria em sua vida relata: “o carro que minha filha estava em 2012 deu perda total. O acidente poderia ter sido fatal, ela saiu ilesa do veículo. Considero como um milagre, porque quem olhasse o estado do carro, não diria que havia sobreviventes. Também passei por uma cirurgia, tive uma infecção, clamei por Maria e estou aqui para testemunhar isso. E assim, momentos fortes em minha vida (que não quis relatar) todos foram por meio da intercessão da Padroeira do Brasil”.

É impossível elencar as graças que recebi de Deus por meio de Nossa Senhora. “Toda minha vida é de graças. Da hora que me levanto até a hora que vou me deitar, estou pela graça e misericórdia de Deus Pai e de Maria”.

“Maria todos os dias é sinal de graça em nossas vidas”

MAria Aparecida

Seus pais tiveram 18 filhos. Todos nasceram pelas mãos dele na comunidade Rural de Salinas.  Isso mesmo, foi o pai, Sr. Emanuel Cândido dos Reis que fez todos os partos da esposa, Dona Eva Maria de Souza Reis. Aos 47 anos de idade, a quinta filha do casal Maria Aparecida dos Reis, mãe de três filhos, casada há 20 anos disse que sua vida também é milagre.

Naquela época as crianças demoravam de ser registradas e quando tinha um ano e meio, “malina” como qualquer criança nessa idade, subiu em uma máquina de tecelagem que sua mãe tecia, perdeu o controle e caiu de cabeça para baixo de uma forma que o espinho de tecer perfurou seu rosto na região bem próxima ao olho, no momento encheu-se de sangue.  No desespero de ver a filha naquela situação, dona Eva gritou: “Valei-me, minha Nossa Senhora Aparecida”- “Não deixe que minha filha fique cega e em agradecimento colocarei seu nome nela, serás conhecida como Maria Aparecida”. Narrou com ricos detalhes dona Cida, que ainda se emociona ao lembrar da fé de sua mãe que aproxima dos 80 anos de vida, a matriarca da família dos 15 filhos vivos, três dos 18 que teve, Deus recolheu em sua glória.

Entre tantas graças recebidas, Cida diz que o primeiro emprego do filho foi um ato de coragem e fé. “Anderson tinha o sonho de ser o guardião da bandeira da Paróquia Sagrada Família. Porém, sem emprego, como conseguiria fazer a festa? Mas mesmo assim, em 2014, tomou coragem e “pegou” a bandeira logo depois que o mastro da festa foi levantado.  Daí começou a luta por um emprego para dar conta da responsabilidade adquirida.  Quase um ano depois, não havia conseguido o emprego, mas não perdeu a confiança e a fé. Acreditou até o fim, começou a pedir doações para realizar os festejos e depois de conseguir absolutamente tudo que precisava, faltando apenas uma semana para acontecer a festa, Anderson consegue o primeiro emprego. Foi a festa mais bonita que nossa comunidade já viu”, disse orgulhosa Cida pela beleza, dedicação, espera e confiança  em Maria.

“Ao ver aquela multidão aqui em casa, não contive a emoção e chorei de agradecimento a Deus e à minha Nossa Senhora Aparecida que me socorre em todos os momentos de aflição que passo na vida”. Na entrada da sala, bem no centro do móvel, uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, o terço e ao lado, uma vela acesa, denota o zelo, o cuidado e sobretudo a fé na Padroeira do Brasil.

Cida lembra que sua vida não foi fácil. Trabalhou duro na roça, fez farinha, garapa de cana, arou terra até que um dia largou aquela vida, arrumou um emprego de costureira e foi morar na cidade.

Eu tenho muito a agradecer a minha Maria Santíssima.  Há oito anos, recorri mais uma vez à Nossa Senhora Aparecida. Neste momento, levantou-se do sofá, pegou a imagem no colo e emocionada disse: “Fui diagnosticada com um tumor na garganta e dois nódulos cada um em uma mama. Na hora dá aquele medo sim. Mas eu não me desesperei em momento algum. Ajoelhei diante da minha Santinha e pedi mais uma vez a Deus com fé. Que por intercessão de Nossa Senhora eu fosse curada. Cinco meses depois, quando retornei ao médico com os exames já para marcar a cirurgia, não havia mais nada nem na garganta e nem nas mamas. Isso é fé. Eu acredito no poder que Nossa Senhora tem de interceder a Deus por nós”.

“Ela não poderia ter outro nome que não o de Maria”.

Maria Tereza e os pais

Na lateral da sala, brinquedos. Em cima do sofá, bonecas. No canto de entrada, um pequeno altar dedicado à Maria e no centro, Nossa Senhora Aparecida.

Você vai conhecer agora a história de Carla Cristina Lopes Ribeiro, 37 anos e Niviton Rodrigues de Souza, 50 anos. No final deste ano, completam 14 anos de casados. Mas, foi aos 12 de união, depois de tanta luta, lágrimas e dores que “Maria” veio morar definitivamente com eles.

Quando bancários se conheceram e começaram a namorar no dia 3 de julho de 1995. Ela catequista em sua paróquia de origem, São João Batista, no bairro Alto São João. Ele, participante do grupo de jovens da Paróquia São Norberto e atuante nos grupos de orações da Renovação Carismática Católica. A fé e a confiança em Deus, sempre foram ponto de partida para tudo na vida desse casal. Entre namoro e noivado, 7 anos e meio. Casaram-se em dezembro de 2003.  Daí começou a luta do casal para formar uma família.

Aos dois anos de meio de casados, Carla recebe a notícia de que teria muita dificuldade para engravidar.  Morando em Belo Horizonte, buscaram por vários especialistas e todos diziam a mesma coisa e incentivavam a fazerem inseminação, prática não aprovada e nem aceita por eles.  Em uma rápida viagem a Montes Claros, na época rezaram com uma senhora conhecida na cidade como Dona “Lieta”. Ela disse a Carla que teria dificuldades em engravidar, iria demorar muito, mas que confiasse na graça e na promessa do Pai de que o bebê viria.

Em persistência na busca para ser mãe, não desistiu. Quando completaram 7 anos de casados, ela engravida. Primeiro filho era um menino! O tão sonhado bebê esperado e amado. Enxoval quase tudo pronto, quartinho finalizado, planos, sonhos que foram interrompidos em um exame de ultrassom que nem o médico que os acompanhavam entendeu. “Sim, foi ali, no consultório, no meio exame que o coração do meu filho parou de bater, na nossa frente”. Nem o médico entendeu. Isso nunca havia acontecido com ele em todo tempo dedicado à medicina. Como uma criança perde a vida durante um exame de Ultrassonografia?”, relembrou Niviton o questionamento do doutor.

Foi traumático para o casal, mas ainda para Carla que ficou com o bebê morto dentro dela por seis dias, seu organismo não expulsava e corria risco de infecção. O médico marcou a indução do aborto para a limpeza do útero, pois o bebê já estava grande e era necessário o processo. “Meu médico não concordava com o que havia acontecido. Fui submetida a uma bateria de exames. Eu não era hipertensa, a gravidez estava correndo tudo bem, perder daquela forma, durante um exame de ultrassom não justificava”, disse Carla relembrando a dor vivenciada na carne.

O diagnóstico veio: Era trombofilia, isso reduz o fluxo de sangue e, consequentemente, de nutrientes que chegam ao bebê.  “Meu médico alertou que caso eu engravidasse, teria que tomar uma injeção todos os dias até o final da gestação que seria aplicada diariamente na barriga”.

Mas eles não desistiram, continuaram na luta por se tornarem pais. Então, por meio de uma outra “Maria”, dessa vez, a sobrinha Maria Clara. No dia 10 de março, presenteou Carla, dia do seu aniversário, com uma imagem de Nossa Senhora Grávida. “Eu nunca tinha visto a imagem. Fiquei curiosa e fui buscar mais informações sobre ela na internet. E junto da imagem apareceu uma novena de 9 meses que deveria ser iniciada no dia 25 de março e encerrada no dia 25 de dezembro, imprimi e trouxe para casa. Falei com Niviton que iríamos fazer juntos, todas as noites.”

Para surpresa do casal, pela fidelidade e obediência à Igreja, aos 7 meses de novena, Carla se descobriu grávida de “Maria Tereza”.  “Nossa foi uma alegria muito grande, porque Deus foi e é fiel em sua promessa. Nós acreditamos que por intermédio de Maria, ele nos deu nossa filha”. Neste momento, Niviton interrompe e diz: “Continuamos a novena até o fim. Depois reiniciamos em março do ano seguinte agradecendo pela vida de nossa “Maria”mais nove meses. “Ela não poderia ter outro nome que não o de Maria. “Porém, acrescentamos Tereza, nome de minha avó para homenageá-la”, completou Carla.

Cercada de muita preocupação pelos médicos, obstetra, familiares, amigos, em momento algum o casal perdeu a calma e a confiança. Relatam que ao serem advertidos pela médica que teria que retirar a criança com apenas 36 semanas, porque poderia ser arriscado levar até a 40ª semana, eles confiaram até o fim que daria certo. Carla lembra que foi montada na sala de parto uma estrutura com UTI Neonatal mas que mesmo assim não a fez perder o controle. “A médica ficou impressionada com minha calma. Mas não era calma, era confiança de que tudo ia dar certo”. Maria nasceu aos berros, sem precisar de tapinha e muito menos de sucção procedimento comum para as 99% das crianças que nascem normalmente.

Aos casais que sonham em ter filhos e ainda não tiveram, Niviton aconselha:  “Também sentimos medo porque sonhávamos em construir uma família. Éramos cobrados por todos os lados. Mas confiamos na graça do Pai por intermédio de Maria e obedientes à nossa Igreja conseguimos. Muitos foram os conselhos que recebemos para fazermos tratamentos de indução, inseminação entre outros, mas sempre confiantes, entendemos que a origem da família se dá na naturalidade e assim de forma natural tivemos nossa filha. Muitos conselhos de que a medicina havia avançado muito e que a Igreja estava atrasada, mas confiamos e acreditamos na promessa do Pai. A novena confortou nosso coração. Nos fez mais próximos porque passamos a rezar juntos pelo mesmo objetivo.  O bom dos avanços da ciência é que ao ser diagnosticada com trombofilia, pudemos segurar a gravidez até o final com a injeção indicada”. Niviton acredita que Deus vai dar outro filho para eles. “Sabemos que nosso tempo não é o tempo de Deus completa a esposa que espera e confia a exemplo de Nossa Senhora”.

Independente se Maria das Dores, Aparecida, Maria Aparecida, Maria Tereza e tantas outras Marias que conhecemos em nossos círculos de amizades, no nosso dia-a-dia, é preciso acreditar que o testemunho arrasta.

Assim é a história dessas “Marias”. E, em especial, na pessoa dessa “pequena Maria”, parabenizamos todas as crianças que neste mês de outubro, pelo calendário civil celebram seu dia,  justamente em 12 de outubro, dia da Padroeira do Brasil, calendário católico, celebramos Nossa Senhora Aparecida, de um modo todo particular, também Ano Mariano, o centenário de Fátima, os 250 de Nossa Senhora da Piedade padroeira do nosso estado e o tricentenário da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, encontrada no Rio Paraíba pelos pescadores, há 300 anos.

Viva para todas as “Marias”!   Viva Nossa Senhora Aparecida!                                                                     Viva a Padroeira do Brasil!

Fotos e Texto___________________________________________________________
***Viviane Carvalho – Assessoria de Imprensa Arquidiocese de Montes Claros (38 Vivo) 9905-1346 (38 claro) 8423-8384 ou pelo e-mail: [email protected]

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