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Missa Conclusiva Porta Santa

Será neste domingo, 13 de novembro em todas as Paróquias a Celebração Conclusiva do Jubileu Extraordinário nas Igrejas Particulares de todas as Dioceses e Arquidiocese durante  XXXIII Domingo do Tempo Comum. Em Montes Claros, todas as Paróquias irão encerrar a celebração conclusiva neste domingo de acordo com as Missas e horários já previstos nas Paróquias. E no próximo dia 20 de novembro a celebração será nas Catedrais. Assim, em nossa Catedral, Dom José presidirá às 18h30 na Catedral Nossa Senhora Aparecida. Participe em sua comunidade!

Abaixo, o secretariado de Pastoral envia informações sobre o rito do dia para conhecimento de todos.

Misericordiosos como o Pai

Preliminares: As indicações seguintes, para a Celebração conclusiva do Jubileu extraordinário nas Igrejas particulares, dizem respeito às Igrejas de rito romano e às Igrejas de outros ritos ocidentais não romanos, cuja autoridade competente lhes poderá fornecer as adaptações exigidas pela sua cultura particular. Os pastores das Igrejas orientais poderão, se o desejarem, oferecer indicações em harmonia com o seu ordenamento litúrgico.

O dia: Na Bula Misericordiae vultus, o Santo Padre Francisco estabeleceu que o Ano Santo será encerrado em 20 de novembro de 2016, solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, com o encerramento da Porta Santa da Basílica de São pedro no Vaticano. No domingo precedente, 13 de novembro, XXXIII Domingo do Tempo Comum, concluir-se-á o Jubileu nas Igrejas particulares.

O lugar: A Eucaristia de encerramento do Jubileu nas Igrejas particulares será celebrada na Catedral e nas Paróquias onde o bispo diocesano estabeleceu que se abrisse uma Porta da Misericórdia. Nas outras igrejas ou santuários em que o bispo diocesano estabeleceu que se  abrisse uma Porta da Misericórdia, preceder-se-á uma celebração eucarística de ação de graças, presidida por um delegado do bispo.

O celebrante: O bispo diocesano preside à totalidade da celebração: isso é exigido, por um lado, pela índole do dia do Senhor e pela tradição eclesial. Os párocos e administradores paroquiais celebrarão em suas respectivas igrejas matrizes.

A celebração da Eucaristia: A celebração de encerramento do Jubileu extraordinário é constituída essencialmente pela celebração eucarística no dia do Senhor. Se o bispo considerar oportuno, pode-se utilizar o formulário “Em ação de graças”, presente na seção das “Missas e orações para várias necessidades” do Missal Romano. Mas celebraremos o XXXIII Domingo do Tempo Comum.

Expressão de ação de graças: Pronunciada a oração depois da comunhão, o bispo, o pároco ou administrador paroquial, com uma admonição de índole litúrgica, dá graças a Deus pelos benefícios do ano jubilar e convida a assembleia a agradecer ao Senhor. Nesse caso, o Magnificat, cântico de ação de graças da Virgem Maria e da Igreja, é particularmente indicado.

Ritos iniciais: No XXXIII Domingo do Tempo Comum, na hora indicada, os fiéis reúnem-se na igreja catedral e na igreja matriz de cada Paróquia.

Quando o povo estiver reunido, o bispo, o pároco ou administrador paroquial e seus concelebrantes e os diáconos, revestidos com as vestes litúrgicas de cor verde, dão início à procissão de entrada. O coro e o povo unem-se ao cântico do hino do jubileu.

O bispo, o pároco ou o administrador paroquial, sacerdotes concelebrantes ao chegar ao altar, venera-o com um beijo, com os diáconos. Depois da incensação, dirige-se para a cátedra ou cadeira presidencial e, voltando-se para o povo, diz: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.  O povo responde: Amém. Depois, o bispo, pároco ou administrador paroquial abrindo os braços, saúda o povo, dizendo: A misericórdia de Deus Pai, a paz de Jesus Cristo, nosso Senhor, e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco. O povo responde: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. O bispo, o pároco ou administrador paroquial introduz a celebração com estas palavras ou outras semelhantes: Irmãos caríssimos, eis-nos chegados ao termo do Ano Jubilar. Nele experimentamos um tempo extraordinário de graça e de misericórdia. Nesta celebração eucarística, queremos entoar o nosso cântico de louvor e nos ação de graças pelos dons que nosso bom Deus nos concedeu. Uma vez mais antes de nos aproximarmos dos santos mistérios, invoquemos o bálsamo da misericórdia, reconhecendo-nos pecadores e perdoando-nos mutuamente de todo o coração.

Depois de uma breve oração em silêncio, o diácono, ou outro ministro idôneo, diz ou canta as seguintes invocações (cf. Missal Romano):  Senhor, que nos mandastes perdoar antes de nos apresentarmos diante do vosso altar, tende piedade de nós. R/. Senhor, tende piedade de nós. (ou: kýrie, eléison) Cristo, que sobre a cruz invocastes o perdão para os pecadores, tende piedade de nós. R/. Cristo, tende piedade de nós. (ou: Christe, eléison) Senhor, que confiaste a vossa Igreja o mistério da reconciliação, tende piedade de nós.  R/. Senhor, tende piedade de nós. (ou: kýrie, eléison)  O bispo, o pároco ou administrador paroquial conclui: Deus todo-poderoso tenha misericórdia de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.  R/. Amém. A seguir, canta-se o hino Glória e a Missa procede como de costume.

Ritos de Conclusão: Depois da oração após a comunhão, o bispo, o pároco ou administrador paroquial convida os presentes a darem graças ao Senhor pelos benefícios espirituais do ano jubilar. Tal pode ser feito com estas palavras ou outras semelhantes:

Irmãos, rendamos com alegria graças a Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, porque, neste ano de graça, nos abençoou com toda a espécie de bênçãos espirituais, nos céus, em Cristo. A todos foi oferecido um tempo precioso de misericórdia e de conversão. Exprimamos a nossa alegria e a nossa ação de graças com as palavras da Virgem Maria, nossa Mãe. Cantando a misericórdia de Deus que se estende de geração em geração, suplicamos que Ele continue a derramá-la sobre o mundo inteiro como um orvalho matutino. O bispo, o pároco ou administrador paroquial e o povo entoam o Magnificat. Terminado o cântico, o diácono (se houver diácono na celebração) diz: Inclinai-vos para receber a bênção.

Em seguida, o bispo, o pároco ou administrador paroquial com as mãos estendidas sobre o povo, diz a oração; e todos respondem (cf. Missal Romano, Orações de bênçãos sobre o povo n. 9, ligeiramente adaptada):

Olhai, Senhor, para o povo fiel que implora a vossa misericórdia, para que todos aqueles que em vós confiam, porque vos reconhecem como seu pastor e mestre, possam levar a toda a parte o testemunho do vosso amor. Por Nosso Senhor. Amém.

Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + Filho + e Espírito + Santo. Amém.

O diácono (se houver diácono na celebração) despede a assembleia. Se for considerado oportuno, pode dizer: Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso. Ide em paz.  O povo responde: Graças a Deus.
A assembleia dispersa-se, louvando e bendizendo a Deus.

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***Viviane Carvalho – Assessoria de Imprensa Arquidiocese de Montes Claros (38 Vivo) 9905-1346 (38 claro) 8423-8384 ou pelo e-mail: [email protected]

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