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Laurita Alves lança livro nesta sexta-feira

Para ela, o fato mais importante da sua vida foi mesmo escrever um livro, além de trabalhar e ter feito faculdade. “São sonhos que a gente sonhava e nunca realizava. Eu mesma falar de mim mesma”, declara sem falsa modéstia. Só na Arquidiocese de Montes Claros foram 27 anos de serviços prestados. Depois de aposentada, trabalhou mais cinco anos como voluntária. Entrou em 1992 e saiu em 04 de fevereiro deste ano.

Nascida em um povoado chamado Atoleiro, município de Rio Pardo de Minas, no dia 24 de março de 1950, Laurita Alves de Araújo é filha biológica de Paulo Alves de Araújo e Maria de Jesus. “Éramos 14 irmãos. Cada um se espalhou para um canto e pra outro. De uns tempos pra cá, comecei a ter contato com os irmãos de sangue”, menciona. Ela reencontrou três irmãos. Laurita também teve 11 irmãos de criação. Com Mal de Alzheimer, a mãe que a criou hoje mora em Divinópolis aos cuidados de uma das irmãs. “Alugou a casa lá da gente. Morávamos no Cintra”, relembra.
“A vida era mais tranquila. Não tinha tanta violência. A gente trabalhava no pesado, mas a gente tinha uma vida saudável. Brincava muito. Tínhamos muitos momentos alegres, muitos momentos bons”, tem saudades Laurita de um tempo sem tanta agitação pós-moderna.

Ela se formou no ano de 2015 em Serviço Social no curso de educação à distância da Universidade Norte do Paraná (Unopar). “Foi muito bom. Tinha aula presencial, trabalho individual e em grupo. Exige mais da gente do que a gente na escola. Você estudar só exige muito mais de você. Pesquisei bastante. Valorizei muito este estudo à distância”, testemunha. Fez monografia sobre violência doméstica. Tratou não só da violência física que sofrem as mulheres, mas também da violência psicológica. Destaca a importância da Lei Maria da Penha que, para ela, “aumentou mais a matação do que antes”. A legislação é importante, porém, “não tá resolvendo muita coisa não”. “Se as mulheres denunciam, o risco do agressor matá-las é maior”, considera.

Hoje Laurita mora sozinha. “Vou à Missa na igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na igreja do Cintra ou na igreja do Batalhão. Sem compromisso. Saí da casa da mãe e fui para a casa da filha”, brinca ao se referir que a Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro do Bairro Monte Alegre pertence à Paróquia Nossa Senhora da Consolação. Faz fisioterapia por causa da tensão em virtude da preocupação em cuidar de uma das irmãs que está com câncer, internada em um quarto da Santa Casa.

Texto: João Renato Diniz/ Jornalista

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***Viviane Carvalho – Assessoria de Imprensa Arquidiocese de Montes Claros
Contato: (38) 9905-1346 (38) 9 8423-8384
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