Forania Nossa Senhora da Conceição e São José (Montes Claros)

Paróquia Nossa Senhora Aparecida – Catedral

Paróquia Nossa Senhora Aparecida | Catedral Metropolitana de Montes Claros (Forania Nossa Senhora da Conceição e São José)

Endereço: Praça Pio XII, 109 – Centro / Cep.: 39400-064 / Montes Claros – MG

Telefone: (38) 3221-5028 / (38) 9 9847-1304

E-mail: [email protected]

Funcionamento na Secretaria Paroquial:

Fora do período de pandemia:

Segunda-feira: Trabalhos internos

Terça a Sexta-feira: 8h às 19h (aberto ao público)

Sábado: 8h às 12h (aberto ao público)

No período de pandemia:

Segunda-feira: Trabalhos internos pela manhã – 14h às 18H (aberto ao público)

Terça a Sexta-feira: 8h às 12h e de 14h às 18h (aberto ao público)

Sábado: 8h às 12h (aberto ao público)

Secretários: Mary de Fátima, Josiane Souza e Erick Gonçalves

Horário das celebrações:

Segunda-feira: 7h (Cripta) e 18h30min (Catedral)

Terça, quarta e Sexta: 7h e 18h30min

No período de pandemia missa nas quartas-feiras, às 15h, para o grupo de risco.

Quinta: 7h e 19h30min

Exposição do Santíssimo toda Quinta-feira após a Missa das 7h e Adoração as 18h30min.

Sábado: 7h e 17h

Domingo: 7h, 9h, 18h e 20h

Redes sociais da paróquia:

Breve história: A construção da Freguesia de Nossa Senhora Aparecida partiu do ideário de D. João Antônio Pimenta, primeiro bispo da diocese, cujo sonho era consolidar a mais nova cidade episcopal através da construção de uma Catedral que fosse capaz de proporcionar maior conforto aos moradores bem como representar o bom gosto local. Tendo sua construção iniciada na década de 20 e concluída somente em 29 de janeiro de 1950, a igreja de estilo neogótico se tornou a maior representante da arquitetura religiosa de Montes Claros, bem como, um marco na história da cidade.

Ao retornar à Bélgica em janeiro de 1926, em visita a sua abadia e familiares, o Cônego Maurício Gaspar, da ordem dos Premonstratenses, recebeu a importante missão de encontrar um sacerdote de sua ordem capaz de projetar e dirigir a obra da futura Catedral. Seguindo de bom grado a incumbência, foi ao encontro de diversas abadias que dispusessem de pessoas suficientemente habilitadas e abnegadas para concretização da obra. Diante de diversas objeções, já quase por desistir, foi informado da existência da abadia do Bom Senhor Isac, na divisa entre Bélgica e França. Devido a quantidade insuficiente de sacerdotes o pedido não pôde ser atendido de imediato, mas em 4 de dezembro de 1929 chegava ao Brasil o Sr. Cônego Jerônimo Lambin que rapidamente pôs-se a trabalho.

Apresentou a D. João duas possibilidades de projeto, sendo uma delas mais econômica e facilmente executável. Mesmo ciente de que despenderia de muito esforço e tempo, devido as condições da diocese, escolheu o outro e mais grandioso deles. Se recusando a receber qualquer remuneração, o Cônego Jerônimo trabalhou firmemente no detalhamento do projeto e cuidou pessoalmente de sua execução por dois anos, retirando-se para a freguesia de Salinas somente quando julgou que sua presença não seria mais necessária para o andamento da obra. Transferiu sabiamente a execução para os irmãos Francisco José e Santos Guimarães, devidamente amestrados por ele. Uma vez que D. João se julgava carecer de forças físicas necessárias para fiscalização, delegou o cargo ao Pe. Marcos Van In que não somente administrou o bom andamento da obra como arrecadou donativos para a construção.

Após o falecimento de D. João, os demais bispos assumiram a construção. O Revivalismo Gótico presente na Catedral de Montes Claros tem como característica marcante a busca pela transparência; a luz incidente que ultrapassa os vitrais coloridos contribui para a construção da mística no interior do edifício. Pináculos presentes nas três torres realçam o sentido de verticalidade e ascensão, toda a fachada apresenta rendilhados e demais ornamentações que também referenciam o Gótico, bem como uma rosácea na torre principal que abriga em seu centro o relógio. No interior, apresenta abóbadas de aresta sustentadas por colunas que se desdobram em colunelos, elementos esses que conferem maior leveza a grande estrutura; proporcionam também uma insigne amplitude ao edifício, além de direcionarem o olhar do observador para o altar central.

Tombada em 1999, é a única construção Neogótica da cidade, possuindo, portanto, grande importância arquitetônica e urbanística. A Catedral é o edifício símbolo do Gótico medieval, pois era resultado da soma de esforços de toda a comunidade e motivo de grande orgulho. Da mesma forma, a Catedral de Montes Claros se tornou um grande símbolo, um verdadeiro marco na paisagem, que de fato é capaz de refletir a beleza e magnitude da nossa cidade. Graças a D. João Antônio Pimenta, que mesmo sem ter tido a oportunidade de vislumbrar a construção finalizada, abraçou sua missão, sonhou grande e deu tudo de si para concretização dos planos de Deus. (Texto: Pascom paroquial) 

Artigos de Dom João Justino

Arcebispo Metropolitano de Montes Claros (MG)

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