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Toque de sinos por vítimas da COVID-19 acontecerá às 15h no Domingo da Misericórdia

Em sua última reunião, o Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), do qual o Arcebispo Metropolitano de Montes Claros, Dom João Justino, faz parte, acolhendo pedidos, ratificou a importância de manifestarem sinais de esperança, fé e solidariedade diante das mortes pela covid-19, das famílias impedidas de vivenciar o luto, do esforço dispendido pelos profissionais da saúde e do desejo dos brasileiros quanto à superação da pandemia.

A proposta é a de que, no Domingo da Misericórdia, que cairá no dia 11 de abril, todas as igrejas de todas as dioceses e arquidioceses toquem seus sinos às 15h. Em mensagem enviada aos padres da Arquidiocese de Montes Claros na manhã dessa quarta, 07, Dom João Justino, acolheu o pedido da CNBB, pediu que todas as comunidades em que for possível seja realizada a iniciativa do repique dos sinos. Também disse que “É importante comunicar ao Povo desse sinal. Sugiro, onde for possível, com transmissão ou não, com presença de fiéis ou não, a oração do Terço da Misericórdia às 15h em nossas igrejas e capelas. Estimulemos que nas famílias, conventos, comunidades de vida e seminário se faça o mesmo. Ainda em sinal de fé, o Arcebispo pediu que se incluam nas preces dos fiéis, em todas as celebrações, orações pelo fim da pandemia.

Confira o comunicado da CNBB:

O Domingo da Divina Misericórida

No final de semana seguinte à Solenidade de Páscoa, o mundo celebra o Domingo da Divina Misericórdia. Um dia dedicado a salvar almas, a aproximar os fieis de Deus e a reforçar a crença na Misericórdia de Deus.

Este é o sentido da Festa da Divina Misericórdia, um pedido especial de Jesus para uma religiosa polonesa de nome Faustina Kowalska, em 1931.

Desde então, a religiosa passou a realizar o festejo para propagar a Divina Misericórdia sob as instruções dadas por Jesus durantes as aparições, que ela fez questão de registrar em um diário, como mostram trechos abaixo.

“Eu desejo que haja a Festa da Misericórdia. Quero que essa Imagem, que pintarás com o pincel, seja benzida solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia” (Diário, 49).

“Desejo que a Festa de Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Nesse dia estão abertas as entranhas da minha Misericórdia. Derramo todo o mar de graças nas almas que se aproximarem da fonte da minha Misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e castigos. Nesse dia estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças… Desejo que seja celebrada solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa. A humanidade não terá paz enquanto não se voltar à fonte da minha Misericórdia.” (Diário no.699).

Além da Festa, a Igreja pede que sejam realizados: O Terço da Misericórdia; a Novena da Divina Misericórdia; a Hora da Misericórdia, sempre às 15h, em memória da hora da morte da religiosa, e a veneração da Imagem da Misericórdia Divina; indicações também feitas pela religiosa.

Texto: Gislene Ribeiro (Arquidiocese de Brasília)

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***Raphael Nery – Comunicação da Arquidiocese de Montes Claros
(38) 9 8423-8384 ou pelo e-mail: [email protected]

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