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Tristeza e alegria marcaram a despedida de Carmem Lúcia Costa

A tristeza porque sentimos a falta da presença física, mas ao mesmo tempo, a alegria, porque temos a certeza de sua ressurreição, afirmou dom José Moura.

Foi realizada nesta manhã de terça-feira (16), a missa de corpo presente de Carmem Lúcia Costa, primeira coordenadora da Pastoral da Criança em Montes Claros e atualmente, coordenava a Capelania da Santa Casa. Presidiu a celebração, o arcebispo emérito, dom José Alberto Moura. Concelebrou com ele, o arcebispo metropolitano, dom João Justino de Medeiros Silva e o capelão da Santa Casa, padre Ildomar Fonseca. O diácono Magelo Abreu, serviu o altar.

Ainda no salão de velórios, dezenas de pessoas rezaram e se emocionaram com a despedida de uma leiga consagrada que não mediu esforços para servir o próximo. Diante do corpo de Carmem, ladeado por amigos e familiares, dom José refletiu sobre sua caminhada na vida da Igreja local. “A caminhada só serve para nós, quando servimos o outro”, iniciou sua fala. “Ninguém deve viver para si, mas para o outro. É evidente que nossa vida plena de realização só se dá em Deus. Mas, tem pessoas que chamam mais atenção em viver as realizações aqui na terra, e quem conheceu a Carmem, sabe melhor do que eu.  Lembrou dom José que conviveu com Carmem nos últimos 12 anos, desde que assumiu o governo da arquidiocese de Montes Claros. “Posso atestar que ela deixou um bonito legado. Não se conformava com as injustiças sociais, e buscava, dentro de sua realidade, ética e moral ser verdadeiramente uma pessoa de fé. Junto com dom Geraldo Majela, iniciou a Pastoral da Criança em Montes Claros. Depois, a pedido da Igreja, retomou as atividades da Capelania da Santa Casa organizando e desenvolvendo com carinho a missão que lhe confiada. Claro que não fez o trabalho sozinha, mas, foi a partir dela, sempre pensando no próximo e na evangelização, que se dedicou por completo tudo que assumia. Ela foi uma verdadeira batalhadora, uma mulher guerreira. Enfrentou o câncer com otimismo e fé”, destacou o arcebispo. Ao encerrar a homilia, disse que na morte da leiga consagrada, estava a certeza da vida plena.

Para o Provedor da Santa Casa, Heli de Oliveira Penido, Carmem estava muito além da Capelania. “Antes mesmo de iniciar o projeto, ela já era uma grande colaboradora, sempre uma figura disponível. Encontramos em Carmem não só a figura equilibrada que nos ajudava resolver e a solucionar várias situações internas, mas uma mulher abençoada que nunca chamou para si nenhum mérito pessoal – liderava e organizava sempre com um sorriso. Foi de fato, foi uma mulher abençoada”.

Logo após a missa, o cortejo com o corpo de Carmem Lúcia, seguiu para o cemitério Jardim da Esperança, para ser sepultado.

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***Viviane Carvalho – Assessoria de Imprensa Arquidiocese de Montes Claros (38) 99905-1346 (38) 9 8423-8384 ou pelo e-mail: [email protected]

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